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  • Minha Casa, Minha Vida: como funcionam as taxas de juros do Programa? 

    Minha Casa, Minha Vida: como funcionam as taxas de juros do Programa? 

    O sonho da casa própria está ao alcance de muitas famílias brasileiras graças ao programa do governo Minha Casa, Minha Vida, que oferece condições especiais de financiamento com recursos do FGTS para famílias de diferentes faixas de renda. Se você mora em área urbana e deseja conquistar seu espaço, este é o momento ideal para conhecer as facilidades que o programa oferece.

    O Que é o Minha Casa, Minha Vida?

    O Minha Casa, Minha Vida é uma operação de financiamento que utiliza recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para viabilizar a compra, construção ou reforma de imóveis urbanos. Com essa iniciativa, o governo federal busca promover o acesso à moradia de qualidade e a elevação da qualidade de vida das famílias de todo o país.

    O programa foi desenvolvido para atender famílias com renda bruta mensal de até R$ 8.000,00, oferecendo condições de pagamento acessíveis e taxas de juros reduzidas.

    Vantagens do Programa

    1. Condições de Financiamento Diferenciadas: O programa oferece taxas de juros e descontos de acordo com a faixa de renda da família e a localização do imóvel. Isso torna a compra da casa própria mais acessível para famílias de diferentes perfis econômicos.
    2. Financiamento de Imóvel Novo ou Usado: Além de possibilitar a compra de imóveis novos, o Minha Casa, Minha Vida também oferece a opção de financiar imóveis usados, ou até mesmo a construção de uma nova casa, o que amplia as possibilidades para quem está em busca de um lar.
    3. Reforma e Adaptação de Imóvel: O programa também possibilita a reforma e a adaptação de imóveis para atender as necessidades de famílias que possuem pessoas com deficiência, garantindo mais acessibilidade e conforto para todos.
    4. Atendimento Especializado: O Minha Casa, Minha Vida conta com um atendimento especializado em diferentes locais, facilitando o processo de contratação e esclarecendo dúvidas durante toda a jornada de financiamento.
    5. Programa CAIXA de Olho na Qualidade: A Caixa Econômica Federal tem o compromisso de garantir que as obras sejam entregues com qualidade. O programa facilita a comunicação entre as construtoras e os clientes, buscando resolver questões relacionadas a vícios construtivos.

    Como funcionam as taxas de juros do programa?

    O Minha Casa, Minha Vida é destinado a famílias com renda bruta mensal de até R$ 8.000,00. Confira as faixas de renda disponíveis:

    • Famílias com renda de até R$ 2.000,00: Taxa de juros de até 4,50% ao ano, com condições especiais para cotistas do FGTS.
    • Famílias com renda de até R$ 2.640,00: Taxa de juros de até 4,75% ao ano.
    • Famílias com renda de até R$ 3.200,00: Taxa de juros de até 5,25% ao ano.
    • Famílias com renda de até R$ 3.800,00: Taxa de juros de até 6% ao ano.
    • Famílias com renda de até R$ 4.400,00: Taxa de juros de até 7% ao ano.
    • Famílias com renda de até R$ 8.000,00: Taxa de juros de até 8,16% ao ano.

    Além disso, famílias que têm conta vinculada ao FGTS há pelo menos 3 anos podem obter uma redução adicional de até 0,5 pontos percentuais na taxa de juros.

    Como contratar?

    O processo de contratação do financiamento é simples e pode ser feito diretamente com as construtoras parceiras, como a nossa. A primeira etapa é verificar sua elegibilidade e simular o valor das parcelas e condições do financiamento. A partir daí, nossos consultores especializados irão orientá-lo sobre os documentos necessários e as etapas seguintes.

    Não perca tempo. Realizar o sonho da casa própria nunca foi tão fácil. Se você está em busca de um imóvel, entre em contato conosco e descubra todas as possibilidades do programa Minha Casa, Minha Vida. Com a nossa ajuda, a conquista do seu lar está mais perto do que você imagina.Conheça todos os imóveis Rottas Construtora.

  • Planejamento Financeiro Familiar: aprenda como fazer!

    Planejamento Financeiro Familiar: aprenda como fazer!

    Uma família verdadeiramente unida não apenas faz viagens junta, mas também sabe controlar os gastos. A nova tendência, que se mostra bastante positiva, é o planejamento financeiro familiar, que pode proporcionar inúmeras vantagens a longo e a curto prazo. Independente de qual meta seja estabelecida, todos precisam estar juntos.

    Cortar um gasto desnecessário ou simplesmente reduzir o uso de energia, por exemplo, podem ser bons indicativos para melhorar na economia da sua casa. Conheça, abaixo, tudo o que você precisa saber sobre esse tipo de planejamento e como implementá-lo ao lado dos familiares.

    O que é um planejamento familiar financeiro?

    O planejamento financeiro familiar nada mais é do que uma projeção de gastos e receitas de uma única família, capaz de permitir uma maior visibilidade do panorama detalhado de toda a situação econômica do lar. Por isso, é preciso que todos estejam juntos nessa jornada que, de início, não parece nada fácil.

    Por meio desses detalhes, é possível identificar para onde o seu dinheiro está indo. Dessa maneira, fica ainda mais simples encontrar as medidas que precisam ser tomadas para estabelecer um controle de gastos e, consequentemente, evitar a utilização do montante familiar em áreas que não trazem nenhum retorno positivo.

    De uma maneira geral, é possível ver o planejamento financeiro familiar como uma espécie de ferramenta que auxilia no entendimento da educação financeira. Assim, uma chance para os membros daquele lar de mudarem sua relação com o dinheiro será oferecida.

    Por que se planejar financeiramente?

    É importante saber que o planejamento familiar não é uma maneira que possui como único objetivo fazer com que os gastos sejam controlados. Também é uma oportunidade de se aproximar dos membros da família e ter um momento de interação que, consequentemente, poderá gerar maior intimidade.

    Além disso, é possível decifrar os números que entram na conta da casa todo mês. Identificar as despesas principais, como contas de luz, água, plano de saúde e internet se faz extremamente necessário para garantir um maior controle e, também, saber o que pode ser dispensado a curto ou a longo prazo.

    Após descobrir como fazer a organização financeira do lar, fica ainda mais simples economizar e colocar os pés no chão. Reúna a sua família e comece a propor a ideia para promover uma maior integração entre os familiares e, consequentemente, promover a união.

    Vantagens de economizar

    Existem muitas vantagens que estão por trás desse tipo de planejamento. Além de evitar gastos desnecessários, é muito provável que você acabe:

    • conhecendo melhor a sua realidade financeira e entenda para onde vai o dinheiro todos os meses;
    • identificando quais são as despesas físicas que não podem ser dispensadas de maneira alguma;
    • encontrando hábitos que podem ser extremamente prejudiciais para a sua saúde financeira;
    • melhorando as tomadas de decisão para prever possíveis problemas financeiros e evitar o endividamento;
    • conquistando todos os objetivos que foram traçados e possuem relação com as finanças;
    • estudando o mercado e definindo melhor os seus produtos financeiros.

    Como dividir o orçamento familiar

    Não há uma regra que, de fato, possa se encaixar no planejamento familiar. Isso porque cada lar possui uma realidade diferente e, mesmo que os números façam parte de uma ciência exata, não há como prever os gastos de cada um e dar uma fórmula que se encaixe em todos os ambientes.

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    Por isso, é importante separar cerca de 50% das suas economias para as receitas básicas fixas. Em seguida, 15% da renda total da família deve ir para o pagamento de dívidas. Por fim, cerca de 35% da sua renda poderá ir para os gastos não essenciais, que estão diretamente relacionados com o estilo de vida dos familiares.

    Planejamento financeiro familiar em passos

    Está pensando em implementar o planejamento financeiro familiar na sua casa? Então saiba que tomou uma ótima decisão. Quanto mais todos os membros da casa começarem a se integrar com a realidade monetária, melhor será para conseguir eliminar despesas e hábitos nocivos.

    Se você ainda não sabe por onde começar, não se preocupe. Abaixo, será possível encontrar um passo a passo bem detalhado para que seja possível reestruturar a sua vida financeira e, consequentemente, conseguir fazer uma reserva de emergência ou, até mesmo, investir.

    Identifique os gastos

    Independente de qual seja o volume de gastos, é necessário que eles sejam anotados. Assim, quando a conta chegar no final do mês, você saberá exatamente o porquê de aqueles valores estarem impressos na fatura. Lembre-se, também, de anotar as despesas básicas fixas.

    Dessa maneira, será possível fazer com que todos da família tenham uma noção de para onde está indo todo o montante reunido. Além disso, também é possível se planejar para encontrar possíveis fugas e conter os gastos desnecessários. Fazer esse levantamento detalhado por 2 ou 3 meses ajudará bastante.

    Instaure metas

    Após definir com a sua família, e ter conhecimento de todos os gastos mensais, está na hora de começar a traçar algumas metas. Veja o que pode ser cortado para que um determinado valor possa sobrar. Há quem prefira investir o valor restante para conseguir duplicar, ou até mesmo triplicar, a renda mensal.

    Quando você consegue definir objetivos concretos para o seu planejamento financeiro familiar, será possível transformar isso em um hábito. Dessa maneira, todos os meses a sua família estará acostumada com o gesto e não irá parecer um sofrimento guardar um pouco mais de dinheiro após pagar todas as contas.

    Controle o dinheiro

    O planejamento financeiro em família exige organização acima de tudo. Sendo assim, é necessário que haja uma centralização do controle de gastos. Para que isso seja possível, deixe o controle com alguma ferramenta útil da internet. Muitas vezes as planilhas e aplicativos são extremamente relevantes para ajudar no processo de adaptação.

    Ainda que os seus filhos sejam pequenos, eles também podem entrar no planejamento financeiro familiar. Dessa maneira, desde cedo, já podem aprender a valorizar o dinheiro e compreender que economizar é muito mais importante do que gastar com coisas desnecessárias.

    Aproveite as dicas de planejamento financeiro e economize no seu imóvel com a Rottas Construtora!

  • Futuro do mercado imobiliário: esse é o momento para investir em imóveis

    Futuro do mercado imobiliário: esse é o momento para investir em imóveis

    A pandemia do coronavírus pegou todo mundo desprevenido e pôs o planeta de pernas para o ar, invertendo papéis e transformando ordem em caos. Vai levar ainda um bom tempo para nos recuperarmos e voltarmos ao que conhecíamos antes como “normal”, mas alguns setores, apesar dos pesares, conseguiram encontrar na turbulência uma alavanca para o sucesso e para a evolução, fazendo com que o período de crise econômica seja o cenário perfeito para os investidores. 

    Afinal, o futuro do mercado imobiliário é agora. Esse é o momento para investir em imóveis, e vamos explicar por quê.  

    O MOMENTO DE INVESTIR É AGORA 

    Crises econômicas não são um decreto definitivo de fracasso. Embora de fato complique um pouco as coisas, uma crise econômica pode impulsionar diversos setores da sociedade, criando novos processos, caminhos e oportunidades. 

    A pandemia do novo coronavírus impactou muitos setores de modo negativo nos últimos dois anos, porém outros foram decididamente beneficiados com as flutuações econômicas e as alterações no cenário mundial de uma maneira geral. Para simplificar um artigo que, de outra forma, se estenderia por muitas e muitas páginas, diremos apenas que uma das transformações que o coronavírus ocasionou na economia foi a queda das taxas de juros. 

    A Taxa Selic tem caído cerca de 2% ao ano, registrando a maior queda de juros já conhecida na história. Consequentemente, os bancos estão oferecendo as menores taxas de juros de financiamento habitacional jamais vistas. Isso faz com que alguns investimentos sejam excelentes opções para quem quer obter uma renda extra e se firmar num mercado tão volúvel quanto o atual.

    Na mesma proporção em que a Taxa Selic caiu, a procura por moradia aumentou consideravelmente nos últimos dois anos, gerando assim maior valorização dos imóveis no setor imobiliário e abrindo caminhos para quem realmente entende do assunto e enxerga, em cada obstáculo, uma oportunidade: os investidores.

    MAS INVESTIR… EM QUÊ? 

    Em imóveis, obviamente. A construção civil é um setor sólido, o que resulta num investimento seguro por causa, dentre outros fatores, da crescente valorização dos imóveis no mercado e da estabilidade que eles proporcionam. 

    Em períodos de crise econômica, outros investimentos não possuem um desempenho tão bom quanto o do setor imobiliário. Isso acontece porque poupanças e bolsas de valores, por exemplo, sofrem oscilações durante as turbulências de uma crise, enquanto o investimento num imóvel, que é uma propriedade fixa e se recupera mais rapidamente em transições caóticas, se mantém estável e perfeitamente seguro. 

    Ótimas fontes de renda, ainda mais num período turbulento e instável que a economia enfrenta devido à pandemia do coronavírus, os imóveis são uma excelente alternativa quando os investimentos financeiros convencionais oferecem um risco ao qual você não está disposto a correr. 

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    Uma vez que os imóveis oferecem maior rentabilidade e sofrem menos impacto com as instabilidades da economia quando comparados ao setor financeiro, os investidores têm em suas mãos um prato cheio para reverter a crise da melhor maneira possível. Agora, conheça as principais vantagens de investir em imóveis hoje:  

    POR QUE INVESTIR EM IMÓVEIS É A MELHOR OPÇÃO HOJE? 

    Oportunidade de renda mensal (aluguel)

    Quem investe em imóvel muitas vezes não tem a intenção de morar. Dessa forma, o aluguel se torna uma oportunidade de renda mensal para o investidor que decide seguir pelo caminho do ramo imobiliário, que é, afinal de contas, uma das maneiras mais seguras de aplicar o seu dinheiro.  

    Queda contínua dos juros

    Como dito anteriormente, a Taxa Selic tem sofrido declínios históricos, mas a queda contínua dos juros representa também um potencial vantajoso para os investidores que se decidem pelo aluguel de seus imóveis. Acontece que houve uma melhora considerável quanto à relação entre o valor do aluguel sobre o preço do imóvel devido às quedas das taxas básicas de juros.     

    Investimento seguro

    Raras são as vezes em que o investimento num imóvel dá errado. Diferentemente da Bolsa de Valores, cujos índices oscilam de acordo com o mercado e com os acontecimentos mundiais, o imóvel sempre estará lá para atender às suas necessidades, inalterado e imune às transformações que são acarretadas por crises econômicas. 

    Rentabilidade a longo prazo

    Quando comparados a outros investimentos, os imóveis possuem rentabilidade três vezes maior e, o melhor, a longo prazo, já que representam uma renda fixa e passiva, ou seja, retorno financeiro pelo qual você não precisa demandar maiores esforços ou tempo. 

    Crescente valorização no mercado

    Diferentemente de outros bens, o imóvel não desvaloriza com o passar do tempo. Muito pelo contrário, ele apenas se beneficiará perante o mercado ao longo dos anos. Um exemplo prático disso é o carro: embutido no bem, quem investe em carros ganha também um potencial de desvalorização muito grande. Em breve, o seu carro infelizmente não valerá mais a mesma coisa que vale hoje, e talvez até te cause prejuízos. Agora, quem investe em imóveis não precisa se preocupar com isso. 

    Formação de patrimônio 

    O imóvel, como bem fixo, será seu até que você decida se desfazer dele. Portanto, a formação de patrimônio, confiável e seguro, em tempos de crise econômica e de pandemias, é um ótimo caminho para quem quer obter estabilidade financeira e segurança para o resto da vida.

    Incentivo dos bancos e das instituições financeiras

    Por causa da pandemia, os bancos e as diversas instituições financeiras estão oferecendo agora condições de financiamento muito mais atrativas do que ofereciam um tempo atrás. É por isso que o cenário para os investidores está muito mais favorável hoje se comparado a antes de o coronavírus eclodir mundialmente. 

    O FUTURO DO MERCADO IMOBILIÁRIO

    O que esperar do pós-pandemia?, é o que você deve estar se perguntando agora. O coronavírus alterou profundamente o mundo como o conhecemos hoje, criou novas formas de economia, eliminou alguns métodos antigos de fazer sucesso (hoje já são considerados arcaicos) e fez surgir alternativas criativas de continuar ganhando dinheiro. O mercado imobiliário foi afetado, também, porém não de maneira definitivamente negativa, o que é uma ótima notícia para os investidores. De qualquer forma, o que esperar? Para os compradores, um futuro mais seguro e estável. Para as construtoras, muito mais clientes e um público cada vez mais interessado em seus serviços. E para os investidores, um horizonte cheio de oportunidades.

    Referências: Soedil, G1, Tibério Blog, Dinheirama, Seu Crédito Digital, Moving Blog, Seu Dinheiro, Publicidade Imobiliária, Exame, Imovelweb, Paraná Shop, Catagua

  • 8 dicas para administrar melhor seu dinheiro e realizar seu sonho

    8 dicas para administrar melhor seu dinheiro e realizar seu sonho

    Recorrer a um bom planejamento financeiro é a melhor forma de se organizar e se preparar para realizar o sonho da casa própria. Ter um lugar para chamar de seu é o grande sonho da maioria dos brasileiros, mas para alcançar esta realização, uma mente estratégica e autocontrole absoluto são indispensáveis.

    Na árdua tarefa de percorrer os caminhos até a casa própria, você deve ter foco e determinação. Por isso, acompanhe estas 8 dicas para administrar melhor seu dinheiro e realizar seu sonho; aqui está um passo a passo para comprar sua casa própria.

    1. FAÇA UM EXAME DE SEUS GASTOS

    Suas despesas dizem muito sobre você e sobre seu futuro. Se você faz planos grandiosos acerca de casas próprias e um lugar para chamar de seu, você deve também fazer um exame minucioso de seus gastos e identificar quais são suas despesas, analisando simultaneamente o que é estritamente necessário e o que pode ser cortado. Como único influenciador do seu futuro, você tem por obrigação saber exatamente de onde vem seu dinheiro e, principalmente, para onde ele vai.

    Quando o objetivo é administrar melhor suas finanças, algumas coisas precisarão ser eliminadas da sua rotina (pelo menos por enquanto). Mantenha o foco no que é essencial para sua sobrevivência e qualidade de vida: alimentação, remédios, água, luz… Todas estas despesas não podem ser ignoradas.

    Já aquelas que dizem respeito aos luxos e aos caprichos (que nós adoramos) podem ser suspensas até que a condição financeira esteja estabilizada. TV a cabo, fast food, passeios caros, viagens, compras desnecessárias… Elimine da sua agenda o que for supérfluo e restará mais dinheiro no seu bolso no fim do mês.

    2. COMECE A ECONOMIZAR

    Agora que você examinou seus gastos e cortou as despesas desnecessárias, está na hora de fazer um planejamento. O primeiro passo é colocar tudo no papel. As coisas fluem melhor quando tiramos tudo da zona da imaginação e transferimos nossas ideias e sonhos para a realidade. Então, depois de anotar tudo, pegue a calculadora e mãos à obra. Cuidar da economia requer muito jogo de cintura, estratégia e perspicácia. É muito mais do que simplesmente cortar todos os gastos e sobreviver de pão e água; trata-se de planejar toda uma vida e transformá-la em algo palpável, como números. Você pode, por exemplo, investir seu dinheiro no que realmente dá retornos. Algumas pessoas optam por cancelar o cartão de crédito, que representa uma tentação em nossa rotina e uma falsa ilusão de que estamos no controle. Entretanto, de qualquer forma que você tente, o importante é começar por algum lugar e manter-se firme na decisão. Com determinação e foco, em breve seu bolso respirará aliviado.

    3. RESERVE PARTE DE SUA RENDA MENSAL

    Obviamente, administrar melhor seu dinheiro envolve também reservar parte de sua renda mensal num lugar em que você não se sinta tentado a gastá-la. Você pode, por exemplo, criar uma poupança justamente com essa finalidade. Alguns especialistas recomendam guardar cerca de 30% do seu salário mensal, porém sabemos que nem todas as realidades são iguais umas às outras. Por isso, vá no seu tempo e estipule o valor que couber no seu orçamento. Se em janeiro você conseguiu guardar 20%, mas em fevereiro conseguiu apenas 10%, tudo bem! Não há uma regra clara sobre isso e você não precisa passar por apertos. O importante aqui é sempre lembrar-se da sua reserva e guardar algo todo mês, nem que seja apenas um pouquinho, para alcançar o seu sonho da casa própria.

    4. PREVEJA OS GASTOS ADICIONAIS 

    Ao planejar a casa própria, muitas pessoas acabam se esquecendo de computar os gastos adicionais que vêm acoplados à aquisição do imóvel. As despesas com escrituras, documentações, vistorias, avaliações e impostos, não podem ser ignoradas. Tudo deve ter sido metodicamente previsto no seu planejamento e você deve ter uma quantia especialmente reservada para estas despesas. Não esqueça, também, dos gastos com mudança, reformas (se necessário), pinturas e consertos. Em caso de apartamentos, as despesas são ainda maiores, pois incluem o valor do condomínio e, na maioria das vezes, das áreas de lazer. Faça as contas e tenha a certeza de que não estará gastando mais do que o necessário. Prevendo estas despesas, você não levará nenhum tipo de susto e não precisará se preocupar com sonhos adiados ou, até mesmo, cancelados.

    5. FAÇA UMA ANÁLISE DA REGIÃO DOS IMÓVEIS

    A região dos imóveis influencia e muito no valor que você pagará. Boas regiões proporcionam imóveis mais caros, então você deverá pesar no papel se isso realmente cabe no seu orçamento. Quando se planeja a casa própria, um dos maiores erros é pensar somente na casa em si, e não no ambiente que a rodeia. Afinal, você não passará 100% do seu tempo dentro de casa. Pondere se o comércio perto da residência é abundante, se há condução favorável, se o bairro é tranquilo, se a infraestrutura de modo geral é confiável. Em outras palavras, analise a região pensando no todo, e não nas partes individuais. E depois, considere se o seu planejamento financeiro conseguirá dar conta deste “todo”.

    6. PONDERE OS PRÓS E CONTRAS

    Todo sonho tem seus prós e seus contras. Pensar o contrário seria uma doce ilusão, e como a aquisição de uma casa própria não se dá com ilusões, você deve considerar e pesar todos os prós e contras. Afinal, tomar uma decisão de cabeça quente, ainda mais uma decisão definitiva quanto essa, pode acarretar consequências bem desagradáveis. Por isso, pondere não só se o seu orçamento está preparado para uma dívida de tal porte, mas também se o momento em que você se encontra é apropriado para essa mudança. Você se sente pronto? Sua carreira está estabilizada? Você tem certeza da sua decisão? Todas essas perguntas são saudáveis para quem está prestes a trilhar seu caminho. Quando souber respondê-las com convicção, então seu caminho estará mais garantido.

    7. PLANEJE O FUTURO

    Você deseja ter filhos? Se essa pergunta te assusta e você ainda não sabe a resposta, então é melhor pensar mais um pouco. Um casal que planeja ter filhos pode considerar imóveis maiores, com mais cômodos, numa região mais favorável à educação de uma criança, enquanto aqueles casais que planejem seguir uma vida a dois por um bom tempo podem optar por casas menores, apartamentos ou até residências no estilo quarto-cozinha-banheiro. O importante aqui é planejar o futuro para que as decisões não prejudiquem a família que porventura você deseje criar e que não comprometam o seu orçamento. Lembre-se que o tamanho da casa, assim como a região em que está situada, vai influenciar no valor e no futuro.

    8. NÃO FAÇA TUDO SOZINHO

    Pedir ajuda é sinal de que você conta com uma rede de apoio. Na árdua tarefa de escolher e comprar uma casa própria, você não precisa fazer tudo sozinho. É coisa demais para nos preocuparmos sem precisarmos de uma ajudinha aqui ou ali. Por isso, converse com alguém que entende do assunto, seja alguém da família, um amigo ou até mesmo o corretor de imóveis que está te auxiliando no processo. Colete opiniões, experiências e exemplos de vida. Quanto mais informação, melhor! Não esqueça também de sondar a vizinhança, fazer perguntas e absorver o máximo de ensinamento possível. Se você quiser conhecer mais sobre o assunto, oferecemos conteúdo de qualidade em nosso blog para auxiliá-lo no processo de colher informações: [Link para blog]

    Cada passo em direção à casa própria é precioso. Então, ao caminhar rumo a isso, pense seriamente em cada uma das instruções apresentadas nesse artigo e comece a economizar e a se preparar, emocional e financeiramente, para chamar um lugar de seu! Com essas 8 dicas para administrar melhor seu dinheiro e realizar seu sonho, você perceberá que sua casa própria está muito mais perto do que você imagina.